O desafio
A Cabral convivia com atritos constantes entre os motoristas e o setor administrativo, todos com a mesma origem: não existia um canal único de comunicação. Pedido de manutenção chegava por um caminho, checklist por outro, documento fiscal por um terceiro, e a organização de folgas dependia de quem conseguisse falar com quem primeiro.
Cada solicitação virava uma negociação, e cada negociação virava tempo parado. Sem registro estruturado, também não havia como olhar para trás e entender o que estava custando caro: a operação decidia por percepção, não por dado.